Crítica | Segunda temporada de "Sex Education" se mostra mais madura, mas não perde lado cômico Séries

Crítica | Segunda temporada de “Sex Education” se mostra mais madura, mas não perde lado cômico


Na última sexta-feira (17), a Netflix disponibilizou, em seu catálogo, uma das produções mais esperadas pelos internautas: a segunda temporada de Sex Education

Com oito novos episódios, a série, que acompanha o adolescente Otis Milburn (Asa Butterfield) em momentos e assuntos bastante desconfortáveis da adolescência, se mostra mais madura, mas não deixa de lado o humor responsável pela popularidade e o sucesso nas redes sociais.

De volta à escola após as férias, os estudantes logo dão de cara com uma crise: uma histeria coletiva sobre a transmissão de Clamídia entre os alunos. Otis, apesar de querer aposentar a “clínica” de conselhos sexuais aos colegas, logo tem que entrar em ação em relação à crise da doença. Em consequência a isso, também, a escola resolve contratar a mãe de Otis, que é terapeuta sexual, para ajudar os alunos.

Nesta temporada, alguns assuntos bem sérios são trazidos à tona, como o assédio sexual, DSTs, relacionamentos, uso de drogas e, em grande destaque, sororidade entre as mulheres. Aliás, mulheres bem diferentes.

Tudo isso é tratado de forma bem sensível, com uma visão que realmente pode fazer o telespectador repensar seus preconceitos e julgamentos, o que se mostra um grande diferencial na abordagem de temas tão comuns na adolescência.

Além disso, o elenco conta com a adição de três novos personagens que tem tudo a ver com diversidade e representatividade: Chinenye EzeuduSami OutalbaliGeorge Robinson.

Sinopse de Sex Education:

Conheça Otis Milburn – um inexperiente e socialmente desajeitado estudante do ensino médio que vive com sua mãe, uma terapeuta sexual. Rodeado de manuais, vídeos e conversas tediosamente abertas sobre sexo, Otis é um especialista relutante no assunto. Quando sua vida em casa é revelada na escola, Otis percebe que ele pode usar seu conhecimento especializado para ganhar status. Ele se une a Maeve, uma bad girl esperta, e juntos eles montam uma clínica de terapia sexual discreta para lidar com os problemas estranhos e maravilhosos dos colegas. Através de sua análise da sexualidade adolescente, Otis percebe que ele pode precisar de alguma terapia própria.

Foto: Divulgação / Netflix

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