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Crítica | “Vidas à Deriva” é intenso e mostra a realidade da hora do sufoco


Vidas à Deriva gira em torno de um romance que levou a uma aventura em alto mar de Tami Oldham (Shailene Woodley) e Richard Sharpp (Sam Claflin). Apesar disso, é iminente a agonia de ver as cenas do longa e assimilar com uma história que realmente aconteceu. O Pop Cultura foi convidado para ver o filme e te convida a ver nossa crítica nas próximas linhas!

Vidas a Deriva

Baseado no livro homônimo, Vidas à Deriva trabalha com duas principais linhas temporais, separando os momentos antes do início da navegação (e da catástrofe) com os momentos em que o casal se conhecia e compartilhava seus interesses. Alguns problemas de roteiro fazem com que o excesso de flashbacks torne os contrastes com as cenas dramáticas do filme maçantes, além de mostrar uma relação arroz com feijão que todos já entenderam como era nos primeiros minutos.

Shailene Woodley atua com maestria e vive o personagem com acuracidade, trazendo o destaque que ela merece como protagonista, enquanto Sam Claflin se mantém focado e atento às sequências. Impossível não conseguir deixar de notar a experiência na atuação dele em Vidas à Deriva. Parecida com Como Eu Era Antes de Você — outro drama romântico com tendências parecidas no que diz respeito à condição do personagem –, Claflin conversou bem com o personagem.

Vidas a Deriva

Dirigido por Baltasar Kormákur (Stormy Weather, Evereste) e produzido pela própria Tami Oldham real (que ainda navega nos dias atuais), as sequências demonstram a experiência do diretor em dramas desse tipo. Mesmo que a cena não tenha um diálogo sequer, a conexão continua forte. Tirados os problemas do segundo parágrafo, o resultado é uma história envolvente com um relato curto de sobrevivência de uma aventura que poderia ser fatal.

Vidas à Deriva estreia em 9 de agosto, com sessões de pré-estreia aberta já disponíveis em algumas localidades.

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