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7 livros para ler neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher


Neste dia 8 de março é comemorado mundialmente o Dia da Mulher. Para celebrar, separamos esta lista com 7 livros escritos por e/ou sobre mulheres incríveis. Confira:

1. Eu Sou Malala, de Malala Yousafzai 

 

Eu Sou Malala é a biografia da mais jovem candidata a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, que se tornou um grande símbolo feminista na atualidade. Em 2012, após a tomada do vale do Swat pelo Talibã, o acesso à educação se tornou extremamente restrito. Lutando por seu direito, Malala continuou indo à escola, até que um atentado quase tirou sua vida. Após contrariar qualquer expectativa médica sobre uma possível recuperação, Malala se tornou um símbolo global de protesto pacífico por lutar pelo direito de meninas à educação.

2. Persépolis, por Marjane Satrapi

Com apenas 15 anos de idade, Marjane Satrapi se viu obrigada a largar sua casa e sua família no Irã – que na época sofria com o regime xiita – e se mudar, sozinha, para a Europa. Nesta bela autobiografia em quadrinhos, acompanhamos a história de uma jovem amadurecendo em meio a lembranças da guerra e de uma vida deixada para trás.

3. O 2º Sexo, por Simone de Beauvoir

Este box de O 2º Sexo traz a divisão original da obra em dois volumes. No primeiro volume, a autora aborda os fatos e os mitos da condição da mulher numa reflexão fascinante. Já no segundo, Simone de Beauvoir analisa a condição da mulher em todas as suas dimensões: sexual, psicológica, social e política. Uma obra fundamental, que inaugurou um novo modelo de pensamento sobre a mulher na sociedade.

4. Pollyanna, por Eleanor H. Porter

Este clássico da literatura infanto-juvenil gerou uma forte onda de otimismo nos Estados Unidos. Porter conta a história da pequena Pollyanna, uma menina órfã que teve uma vida sofrida. No entanto, graças ao “Jogo do Contente” – brincadeira ensinada por seu pai que consiste em ver o “lado bom” de toda e qualquer situação -, a doce Pollyanna dá um show de otimismo e bravura.

5. Americanah, por Chimamanda Ngozi Adichie

Principal autora nigeriana de sua geração e uma das mais destacadas da cena literária internacional, Chimamanda Ngozi Adichie parte de uma história de amor para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero. Bem-humorado, sagaz e implacável, Americanah é, além de seu romance mais arrebatador, um épico contemporâneo.

6. Um Teto Todo Seu, por Virginia Woolf

Baseado em palestras proferidas por Virginia Woolf nas faculdades de Newham e Girton em 1928, o ensaio Um teto todo seu é uma reflexão acerca das condições sociais da mulher e a sua influência na produção literária feminina. A escritora pontua em que medida a posição que a mulher ocupa na sociedade acarreta dificuldades para a expressão livre de seu pensamento, para que essa expressão seja transformada em uma escrita sem sujeição e, finalmente, para que essa escrita seja recebida com consideração, em vez da indiferença comumente reservada à escrita feminina na época.

7. Capitolina, por vários autores

A Capitolina é uma revista que surgiu em 2014 como uma alternativa à mídia voltada ao público adolescente feminino. Neste primeiro livro, são reunidos os melhores textos publicados em um ano de revista, todos escritos pelas mais diversas meninas sobre os mais diversos temas.

 

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