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Crítica | “Animais Fantásticos” não é um mero filme do universo Harry Potter


Durante a madrugada desta quinta-feira (17), o Pop Cultura não perdeu a oportunidade e foi conferir a pré-estreia de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, o primeiro filme derivado do tão amado universo Harry Potter. Aproveitando o incrível hype criado pelo longa, vamos contar um pouco sobre ele em uma crítica totalmente livre de spoilers. 

Para começar, quero afirmar que o mundo de magia e bruxaria existe, sim. E J.K. Rowling é a bruxa mais poderosa que vamos conhecer por aqui. Acredito que muitos, assim como eu, tiveram um pé atrás com o anúncio de um “spin-off” de ‘Harry Potter’. Pois acredite, a mágica criada pela autora da saga é realmente poderosa e, sim, cumpre o objetivo de satisfazer cada pessoa na sala de cinema.

Referências às histórias do mundo bruxo não faltam, e não só apenas ligadas aos oito filmes que tanto assistimos. A J.K. é tão preocupada em pensar em absolutamente tudo, que há referências até mesmo às histórias postadas no Pottermore, site no qual ela publica contos e curiosidades sobre todo o universo HP.

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Essas referências, inclusive, são grandes contribuintes para a química e o equilíbrio perfeito de “Animais Fantásticos”: ora o filme é muito próximo ao universo Harry Potter (a trilha sonora tem uma boa mão nesta parte, traz um sentimento nostálgico), ora ele parece algo completamente diferente (ah, sim, ele te fará rir como nenhum dos oito longas fez). Definitivamente, este era um dos objetivos deste “derivado”. Afinal, se ficasse muito parecido, seria mais do mesmo. Se ficasse muito diferente, será que as pessoas se interessariam? A química é perfeita. Agrada a todos.

O elenco, que conta com Eddie Redmayne (Newt Scamander), Katherine Waterston (Porpentina Goldstein), Colin Farrell (Percival Graves), Ezra Miller (Credence), Dan Fogler (Jacob Kowalski), entre outros, também é um aspecto muito positivo.

O motivo pelo qual “Animais Fantásticos” não é apenas um mero filme é que ele serviu para abrir o grande portão que difere o núcleo Harry Potter das demais possibilidades que podem existir no universo bruxo, e são MUITAS. “I wouldn’t have the brain to create all of this”, mas, felizmente, a J.K. Rowling tem. E que os próximos filmes continuem a surpreender cada fã que cresceu com a saga.

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