Foto: Reprodução Filmes

“Procurando Dory” mostra que “continuar a nadar” é ainda mais importante do que pensamos


Nesta quinta-feira (30), aconteceram as primeiras exibições abertas ao público do filme “Procurando Dory”, a tão esperada sequência do queridinho “Procurando Nemo”. 

Foram 13 longos anos de espera para que o filme fosse lançado, segundo os próprios produtores, porque eles queriam achar a história ideal para a esquecida Dory.

O enredo escolhido, afinal, envolve a perda de memória de Dory, que luta com o que pode para lembrar de seus pais  e encontrá-los em meio às águas do oceano. Nemo e Marlin, é claro, a ajudam em mais esta aventura, que se torna ainda melhor pela incrível fotografia da animação.

Definitivamente, o desafio foi cumprido com sucesso. Apesar de não apresentar nenhuma grande novidade e seguir exatamente a mesma receita de seu antecessor, “Procurando Dory” atinge o objetivo de passar uma grande mensagem a seu público. O filme trabalha muito bem a questão de aceitação e superação, além de dar uma baita lição no conceito de “família”.

Como a Disney já está acostumada em suas produções, a animação é muito mais do que um mero desenho. É possível entender que “continuar a nadar”, afinal de contas, não é só uma frase, mas sim um mantra que pode – e talvez até deva – ser levado para a vida toda. Não é à toa que, em certo momento, as “crianças” de vinte e poucos anos que estavam em minha sessão ficaram bastante emocionadas. Até foi possível aprimorar nosso “baleiês”!

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