Foto: Giullia Gusman Críticas

Viajar sozinho envolve um aprendizado imensurável


Viajar sozinho é um tópico que costuma envolver muitas dúvidas e incertezas. Será possível viver um determinado tempo sem algum amigo ao seu lado? E como “se virar” em um local completamente diferente do que está acostumado? Já adianto que este texto vai mostrar uma opinião muito decidida e favorável sobre o assunto. 

Minha primeira viagem sozinha foi aos 17 anos, em 2014, quando decidi fazer um intercâmbio para a Inglaterra. Antes disso, nunca havia nem ido para outra cidade sem algum “responsável”. Apesar da pouca idade, foi a melhor experiência da minha vida, até este ano, quando decidi repetir a dose! 🙂

Liverpool e Edimburgo | 2016

Ao meu ver, o maior aprendizado imposto a você quando está sozinho, é a independência. É necessário aprender a “se virar”, pegar o metrô certo, destravar a língua em outro idioma para pedir informações e, principalmente, ser destemido para descobrir novos lugares.

Durante minhas experiências, tive a oportunidade de conhecer pessoas incríveis que tenho certeza de que não conheceria se estivesse com amigos. Afinal, com eles, é como se você tivesse uma “concha” te protegendo. Quando você está acompanhado, não é necessário interagir com os outros. Agora, quando sozinho, isto é totalmente diferente.

Amigos da Argentina, Alemanha e País de Gales!

Amigos da Argentina, Alemanha e País de Gales!

Eu realmente perdi a conta de quantas nacionalidades diferentes conheci por estar sozinha. Até casa na Irlanda do Norte me ofereceram, quando eu quisesse conhecer o país!

Portanto, quando me perguntam: “como você conseguiu ficar por aí sozinha?”, a resposta é muito simples: viajar sozinho está, definitivamente, na lista das melhores coisas da vida. Todos deveriam fazer isto ao menos uma vez.

A carga carregada não é apenas pela mala nas costas, mas pelo aprendizado que você leva pelo resto de sua vida após uma experiência deste tipo!

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