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Crítica: “A Série Divergente: Convergente”


A equipe do Pop Cultura assistiu, nesse sábado (12/03) “A Série Divergente: Convergente”, um dos filmes mais aguardados de 2016. Confira a nossa crítica para o longa:
Tris e Quatro

Se ao fim de “Insurgente”, a protagonista Beatrice “Tris” Prior (Shailene Woodley) conseguiu derrubar o governo totalitário de Jeanine Matthews (Kate Winslet) e abrir a caixa misteriosa contendo uma mensagem dos Fundadores, convidando-os para conhecer o mundo além dos muros de uma futurista Chicago, em “Convergente”, a garota agora vai explorar essas novas terras.

Para isso, ela tem de enfrentar o cerco criado por Evelyn (Naomi Watts), líder dos antes chamados Sem-facção – já que agora o sistema de facções foi por água a baixo – e mãe de seu namorado Tobias, o “Quatro” (Theo James), que agora comanda a região.

Com a ajuda de seu parceiro, de seu irmão Caleb (Ansel Elgort) – que a traíra anteriormente, do interesseiro Peter (Miles Teller) e sua amiga Christina (Zoë Kravitz), Tris descobre um mundo devastado por uma espécie de guerra nuclear e um isolado Departamento de Auxílio Genético, dirigido por David (Jeff Daniels).

Adotando um discurso e um visual pós-apocalíptico, o diretor Robert Schwentke e os roteiristas Noah Oppenheim, Adam Cooper e Bill Collage, trazem cenários, armas e máquinas futurísticas.

Se por um lado o personagem de Theo James ganha destaque com as cenas de ação e luta, a personagem de Shailene deixa um pouco a desejar, se tornando mais ativa e participativa apenas no final do longa. A heroína se mostra apática em vários momentos – o que é uma perda para o filme – não por má interpretação de Woodley, mas pelo próprio roteiro desenvolvido pelo diretor e produtores. Esperamos que a continuação, nomeada “A Série Divergente: Ascendente” – como já contamos aqui – traga o brilho da moça de volta.

Um ponto positivo é a conclusão do problema abordado no filme. Ao invés de prolongarem as situações apresentadas nesse filme e concluírem só no próximo, a opção por criar um novo desafio para a outra aventura foi genial. Assim o telespectador não fica entediado com a enrolação.

Se você leu a saga de livros, não se assuste ao assistir ao longa. Como já havia sido antecipado pela imprensa norte-americana e europeia, o penúltimo filme da saga não tem grandes preocupações em guardar fidelidade ao livro de Verônica Roth.

Confira o trailer do longa e corra para o cinema mais próximo!

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